Subserviência governo do Equador ao FMI enfrenta greve e resistência indígena!

O governo eliminou os subsídios ao diesel Hola gasolina em um país produtor de petróleo, liberou o preço ao mercado internacional permitindo então a flutuação do mesmo, reduz um dia de salário para os servidores públicos, reduziu as férias destes públicos de 30 a 15 dias, e este foi o primeiro pacote das medidas que contempla a carta de intenção assinada pelo governo nacional e o FMI.

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A privataria tucana e as tragédias no Brasil

As constantes tragédias no Brasil nos últimos tempos mostram o aprofundamento do projeto neoliberal, egoísta e perverso do capitalismo, que destrói o ser humano e todas as formas de vida no planeta.

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Contra Helms-Burton: todas as vozes, todas!

Mais de 400 personalidades do mundo denunciaram em um pronunciamento internacional a ativação do título III da Lei Helms-Burton, dos Estados Unidos contra Cuba.

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Prosul: integração a serviço de Washington

Recentemente representantes de oito países sul-americanos – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru – firmaram, em Santiago, um documento que propõe a criação do Fórum para o Progresso da América do Sul, a Prosul. Diferentemente de blocos como Unasul ou CELAC, este nasce de um esforço conjunto de uma lumpenburguesia entreguista, com o fim de concertar posições que intensificarão o ataque à autodeterminação dos povos da região e a dependência de seus países aos ditames de Washington.

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“Acredito na nossa potência de mudar a história”

O entrevistado do jornal Inverta é o professor e jurista José Luiz Quadros de Magalhães. Mineiro de Belo Horizonte.

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Artista plástica da Casa das Palmeiras fala sobre as medidas do atual governo

Artista plástica da Casa das Palmeiras-RJ considera como retrocesso as medidas do atual governo para o tratamento de pacientes com transtornos psiquiátricos

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INVERTA representa a liberdade real da imprensa

Entrevista com Prof. Vasconcellos, nacionalista, com longo histórico em defesa da soberania nacional e em defesa do Povo Brasileiro, nas salas de aulas, nos livros escritos por ele e, sobretudo na incansável militância de mais de cinco décadas.

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Somos INVERTA! 500 edições de Resistência

Neste especial, entrevistas com alguns imprescindíveis do Jornal INVERTA, que declararam o que significa para eles a edição 500, esse marco histórico, depoimentos dos que estiveram desde o início dessa saga, ou até antes, como o caso da primeira entrevista, com o Prof. Dr. Aluisio Bevilaqua, fundador e editor-chefe do INVERTA. Durante o ano, declarações de mais pessoas serão publicadas e trazidas aos leitores e leitoras.

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Declarações sobre o golpe militar

"O Golpe de 64 começou muito antes. Não foi à toa que Jânio perdeu o poder. E não veio sozinho mas com o apoio e o incentivo do imperialismo norte-americano que há longos anos intervém na vida política e cultural deste continente. Foram muitos anos de escuridão e tortura. Um período que ainda hoje nos revolta, difícil de esquecer." Oscar Niemeyer (arquiteto)

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64 nunca mais!

A sociedade brasileira hoje, passados 30 anos de golpe militar, tem o dever e o direito de saber o que aconteceu em nosso país nos 21 anos de arbítrio institucionalizado, com cotidianas perseguições políticas, torturas, assassinatos, sequestros e desaparecimentos.

 

Quem é que vai pagar por isso?

O dia 31 de março que foi adotado pela Ditadura como data oficial do Golpe Militar, é falsa pois, na verdade, a data do acontecimento foi o dia 1° de abril. Este fato já por si é um bom demonstrativo da natureza conceitual sobre, não somente, quando ocorreu o acontecimento, mas também, sobre quem são seus responsáveis, como foi realizado e por quê.

O golpe de 64 e a economia nacional

Eu posso julgar os 30 anos de governo militar através da dívida externa. Porque quando Castello Branco chegou ao governo, a dívida externa do Brasil no tempo de João Goulart era apenas de pouco mais de três bilhões de dólares. E quando terminou a fase militar, a dívida externa do Brasil tinha passado para 100 bilhões. Neste momento de crise maior por que estamos passando isso dá uma idéia de que temos que ter um pouco mais de cautela na questão da presença de um governo militar, nos antecedentes.

1964: NÃO!

Há poucas semanas, percorrendo as ruas de Bayonne, na França, deparei com duas ruas que desembocavam na praça central da cidade e não pude fugir ao sentimento de ironia e de revolta, pois uma se chamava Victor Hugo e a outra, Thiers. Quem não se recorda do imenso desprezo e rancor que o grande poeta e político republicano manteve em relação ao pérfido anão, que foi o principal responsável pelo massacre de centenas de revolucionários da Comuna de Paris, em 1871?

O espólio da Revolução

Há trinta anos, militares de direita, a pretexto de combater a subversão e a corrupção, e "salvar" o País do "bolchevismo", tomaram o poder pelas armas e, no poder, permaneceram quase duas décadas. A esse golpe de Estado, semelhante a todos os outros que já se tomaram rotina na história do nosso Continente, chamaram de "revolução". O golpe precisava justificar-se, forjar sua ideologia que, aliás, já estava pronta, a "doutrina" da segurança nacional, elaborada na Escola Superior de Guerra, apelidada, não se sabe porque, de Sorbonne.

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Brasil 64-94

O Brasil vinha se construindo, confiante como nunca em sua capacidade de transformar-se para superar o atraso e acabar com a pobreza, quando sobreveio o golpe militar de abril de 1964. O que se queria era alargar os quadros sociais, para que mais brasileiros tivessem empregos em que progredissem por seu esforço, para que todos comessem todos os dias, para que cada criança tivesse oportunidade de completar seu curso primário. Vale dizer, aquilo que é progresso e modernidade para nações civilizadas. Tudo, dentro da democracia e da lei.

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1964: a vingança como programa de revolução

A Revolução de 1964, não sei bem porquê é chamada de revolução, serviu mais a qualquer outro fim a um programa de vingança. Ela perseguiu especialmente pessoas que tinham desagradado os personagens que tomaram conta do Movimento que, à falta de melhor orientação, seria ajustado aos seus propósitos o de criar rótulos suspeitos para pessoas qualificadas como subversivas, condição derivada apenas de posições liberais, tomado o termo no sentido de tolerância em face de opiniões divergentes, especialmente como filiados a partidos considerados de esquerda.

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O golpe de 64 e a resistência do povo

Quando se vai comemorar, em 1º de abril, 30 anos do sanguinário golpe de estado, com apoio dos Estados Unidos da América do Norte, contra as instituições democráticas de nosso país, diariamente, alguns jornais escrevem artigos, com palavras ofensivas a heróis brasileiros, particularmente ao Capitão do Exército Carlos Lamarca. Infelizmente os mortos não se podem defender das mentiras e das calúnias. Há, entretanto, inúmeros brasileiros que sempre defenderão sua memória.

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A alta da miséria no Brasil

Em 4 anos a miséria no Brasil cresceu 33%, isto é, desde 2014 até 2017 o total de pobres em nosso país passou de 8,38% para 11,18% da população o que representa 23,3 milhões de pessoas nesta condição, segundo estudo da FGV(Fundação Getúlio Vargas).

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