Editorial

Subserviência governo do Equador ao FMI enfrenta greve e resistência indígena!

O governo eliminou os subsídios ao diesel Hola gasolina em um país produtor de petróleo, liberou o preço ao mercado internacional permitindo então a flutuação do mesmo, reduz um dia de salário para os servidores públicos, reduziu as férias destes públicos de 30 a 15 dias, e este foi o primeiro pacote das medidas que contempla a carta de intenção assinada pelo governo nacional e o FMI.

Plano Colômbia e a guerra Cisplatina?

A crise de superprodução nos EUA, que representa 1/3 da economia mundial, poderá precipitar a atual crise geral para um novo patamar histórico, superando soberbamente a crise de 1929, que resultou na II Guerra Mundial e na mudança do padrão de acumulação do sistema capitalista e de sua política econômica, do liberalismo para o keynesianismo. Todos os especialistas americanos, da Europa e Ásia sabem disso; que toda a economia mundial está por um triz. Por isso, planos mirabolantes como AMI (Acordo Multilateral de Investimentos) são concebidos, a todo instante, pela inteligência burguesa oferecendo uma saída para a crise do sistema.

Chamamento ao Congresso Nacional de Lutas contra o Neoliberalismo

Chamamos todas as lutadoras e lutadores do povo brasileiro para a construção do Congresso Nacional de Lutas contra o Neoliberalismo (CNLN) para com ele pôr em prática a necessidade histórica de nossa união, resistência e para empreendermos uma marcha imparável na direção da soberania, dignidade e verdadeira liberdade de nosso povo

Somos INVERTA! 500 edições de Resistência

Neste especial, entrevistas com alguns imprescindíveis do Jornal INVERTA, que declararam o que significa para eles a edição 500, esse marco histórico, depoimentos dos que estiveram desde o início dessa saga, ou até antes, como o caso da primeira entrevista, com o Prof. Dr. Aluisio Bevilaqua, fundador e editor-chefe do INVERTA. Durante o ano, declarações de mais pessoas serão publicadas e trazidas aos leitores e leitoras.

Coletivo Religiosos Antifascismo é formado na capital pernambucana

Na noite do último dia 9 de julho, terça-feira, homens e mulheres de diversas matizes religiosas reuniram-se no centro do Recife para discutir a formação do coletivo Religiosos Antifascismo. A iniciativa foi puxada pelo Reverendo Wellington Nascimento, da Igreja Episcopal da Libertação e do Movimento Evangélico Progressista – MEP.

60 anos de Prensa Latina e os laços inquebrantáveis com o INVERTA

Os 60 anos de existência da Agência informativa Latino Americana - Prensa Latina, uma grande e vitoriosa iniciativa para os povos da América Latina e do Mundo em busca da informação verdadeira, livre das amarras do Capital e suas falácias. Os trabalhadores e trabalhadoras do Jornal Inverta celebram aqui no Brasil em cada rincão onde nossa imprensa revolucionária alcança e mais o apreço e admiração por sua exitosa e exemplar trajetória, bem como reconhece que o segredo do sucesso de Prensa Latina é a solidez de princípios, a formação profissional e a dedicação revolucionária do seu corpo de trabalhadores.

As 500 edições do Inverta

O jornal Inverta, lançado seu primeiro exemplar na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, em 24 de setembro de 1991, chega à edição 500 no ano em que comemora seu 28º aniversário. Nasceu e continua bravamente sob o princípio de resistência às ideias dominantes que hegemonizavam o universo simbólico do mundo capitalista e dos países que declinam o caminho socialista no afã da globalização neoliberal. As 500 edições do jornal Inverta, mais que o cantar do galo gaulês, são a reafirmação de todos os seus princípios e vitória de suas teses sobre o obscurantismo intelectual, o terror do Estado e o horror econômico neoliberal. Portanto, a vitória da luta de classes e a demonstração efetiva do elã do socialismo científico na mobilização, no esforço humano, em particular da classe trabalhadora. Neste especial, entrevista e declarações sobre o Jornal INVERTA e o que significa a edição 500. Nesta edição, a entrevista, com o Prof. Dr. Aluisio Bevilaqua, fundador e editor-chefe do INVERTA. Durante o ano, declarações de mais imprenscindíveis serão publicadas e trazidas aos leitores e leitoras!

INVERTA representa a liberdade real da imprensa

Entrevista com Prof. Vasconcellos, nacionalista, com longo histórico em defesa da soberania nacional e em defesa do Povo Brasileiro, nas salas de aulas, nos livros escritos por ele e, sobretudo na incansável militância de mais de cinco décadas.

Prosul: integração a serviço de Washington

Recentemente representantes de oito países sul-americanos – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru – firmaram, em Santiago, um documento que propõe a criação do Fórum para o Progresso da América do Sul, a Prosul. Diferentemente de blocos como Unasul ou CELAC, este nasce de um esforço conjunto de uma lumpenburguesia entreguista, com o fim de concertar posições que intensificarão o ataque à autodeterminação dos povos da região e a dependência de seus países aos ditames de Washington.

Manifesto do 1º de Maio de 2019

No 1º de maio de 2019, os trabalhadores no Brasil vivem um grave momento, marcado pelo aprofundamento da Crise Orgânica do Capital. Entre outros desdobramentos dessa crise, o forte desemprego, que ultrapassa os 13 milhões, e a destruição dos direitos sociais devem merecer especial atenção da classe trabalhadora em seu dia.

O espólio da Revolução

Há trinta anos, militares de direita, a pretexto de combater a subversão e a corrupção, e "salvar" o País do "bolchevismo", tomaram o poder pelas armas e, no poder, permaneceram quase duas décadas. A esse golpe de Estado, semelhante a todos os outros que já se tomaram rotina na história do nosso Continente, chamaram de "revolução". O golpe precisava justificar-se, forjar sua ideologia que, aliás, já estava pronta, a "doutrina" da segurança nacional, elaborada na Escola Superior de Guerra, apelidada, não se sabe porque, de Sorbonne.

64 nunca mais!

A sociedade brasileira hoje, passados 30 anos de golpe militar, tem o dever e o direito de saber o que aconteceu em nosso país nos 21 anos de arbítrio institucionalizado, com cotidianas perseguições políticas, torturas, assassinatos, sequestros e desaparecimentos.

O golpe de 64 e a resistência do povo

Quando se vai comemorar, em 1º de abril, 30 anos do sanguinário golpe de estado, com apoio dos Estados Unidos da América do Norte, contra as instituições democráticas de nosso país, diariamente, alguns jornais escrevem artigos, com palavras ofensivas a heróis brasileiros, particularmente ao Capitão do Exército Carlos Lamarca. Infelizmente os mortos não se podem defender das mentiras e das calúnias. Há, entretanto, inúmeros brasileiros que sempre defenderão sua memória.

O golpe de 64 e a economia nacional

Eu posso julgar os 30 anos de governo militar através da dívida externa. Porque quando Castello Branco chegou ao governo, a dívida externa do Brasil no tempo de João Goulart era apenas de pouco mais de três bilhões de dólares. E quando terminou a fase militar, a dívida externa do Brasil tinha passado para 100 bilhões.

1964: a vingança como programa de revolução

A Revolução de 1964, não sei bem porquê é chamada de revolução, serviu mais a qualquer outro fim a um programa de vingança. Ela perseguiu especialmente pessoas que tinham desagradado os personagens que tomaram conta do Movimento que, à falta de melhor orientação, seria ajustado aos seus propósitos o de criar rótulos suspeitos para pessoas qualificadas como subversivas, condição derivada apenas de posições liberais, tomado o termo no sentido de tolerância em face de opiniões divergentes, especialmente como filiados a partidos considerados de esquerda.

1964: NÃO!

Há poucas semanas, percorrendo as ruas de Bayonne, na França, deparei com duas ruas que desembocavam na praça central da cidade e não pude fugir ao sentimento de ironia e de revolta, pois uma se chamava Victor Hugo e a outra, Thiers. Quem não se recorda do imenso desprezo e rancor que o grande poeta e político republicano manteve em relação ao pérfido anão, que foi o principal responsável pelo massacre de centenas de revolucionários da Comuna de Paris, em 1871?

Quem é que vai pagar por isso?

Há exatamente 25 anos, o INVERTA lançava em sua edição n.28, de 1º de abril de 1994, o editorial que foi manchete: “Golpe de 1º de abril de 1964: Quem é que vai pagar por isso?”

Brasil 64-94

O Brasil vinha se construindo, confiante como nunca em sua capacidade de transformar-se para superar o atraso e acabar com a pobreza, quando sobreveio o golpe militar de abril de 1964. O que se queria era alargar os quadros sociais, para que mais brasileiros tivessem empregos em que progredissem por seu esforço, para que todos comessem todos os dias, para que cada criança tivesse oportunidade de completar seu curso primário. Vale dizer, aquilo que é progresso e modernidade para nações civilizadas. Tudo, dentro da democracia e da lei.

Quem é que vai pagar por isso?

O dia 31 de março que foi adotado pela Ditadura como data oficial do Golpe Militar, é falsa pois, na verdade, a data do acontecimento foi o dia 1° de abril. Este fato já por si é um bom demonstrativo da natureza conceitual sobre, não somente, quando ocorreu o acontecimento, mas também, sobre quem são seus responsáveis, como foi realizado e por quê.

Nuestra America y el mundo

Nesta edição, resgatamos a coluna do INVERTA Nuestra America, em que trazemos aos leitores um pouco do que ocorre em Nossa América hispânica e no mundo, com notas e textos escritos em castelhano, assim, unimo-nos ainda mais à grande Pátria hispanohablante (que fala espanhol).

Declarações sobre o golpe militar

"O Golpe de 64 começou muito antes. Não foi à toa que Jânio perdeu o poder. E não veio sozinho mas com o apoio e o incentivo do imperialismo norte-americano que há longos anos intervém na vida política e cultural deste continente. Foram muitos anos de escuridão e tortura. Um período que ainda hoje nos revolta, difícil de esquecer." Oscar Niemeyer (arquiteto)

Urge sua hora, Bolsonaro: Rhodes é aqui! Salta aqui!

A cada dia, o povo brasileiro e dos demais países do mundo que acompanham o processo político nacional, devido a laços econômicos, políticos e culturais, ficam estarrecidos com o novo governo: a composição de seu espectro político, o objetivo e execução de seu programa, e a lógica com que decide e governa. A ultradireita chegou ao Planalto com seu arsenal de mediocridades, insanidades, fanfarronices e atrocidades após uma campanha que perdurou cinco anos e quatro meses: de junho de 2013 a novembro de 2018.