Especial

Especiais da Edição Digital.

Da “Escola das Américas” ao “Projeto Pontes”

Ainda em 1946, o governo dos EUA construiu uma escola de “quadros” para desestabilizar os governos latino-americanos não alinhados ao nascente império ianque. Batizada de “Escola das Américas”, seus alunos eram treinados para capturar o “inimigo” (lideranças comunistas, sindicais e de movimentos populares), fazer interrogatórios, criar e fomentar desestabilização e conspiração contra governos populares, dirigir golpes de Estado e eliminar a oposição com técnicas que descaracterizam os assassinatos.

Zola Florenzano, Presente!

O Partido Comunista Marxista-Leninista, o Jornal INVERTA e a Juventude 5 de Julho comunicam o desaparecimento físico, no dia 11 de outubro, do Camarada Zola Florenzano, aos 101 anos. Zola, nascido em Lorena, no Estado de São Paulo, coronel reformado da Aeronáutica e advogado, foi um intelectual marxista, comunista histórico de nosso país. Membro do PCML e Conselheiro Editorial do Jornal INVERTA. Zola Florenzano foi sepultado em Curitiba, no dia 12 de outubro.

Miguel Batista (1922-2013)

Miguel Batista, comunista histórico, membro do Conselho do Partido Comunista Marxista-Leninista (PCML-BR), camarada e amigo de todas as horas faleceu no dia 30/06/2013.

NIEMEYER VIVE!

O chão da luta de classes no Brasil e em Nossa América é o chão trilhado pela vida e obra de Niemeyer! “Quando a vida se degrada e a esperança foge do coração dos homens, a revolução é o caminho a seguir”. Oscar Niemeyer.

Inverta no Identi.ca e no Twitter

Como forma de agilizar nossa comunicação e ampliarmos a difusão das notícias e análises do Jornal Inverta, foram criadas contas no Identi.ca e no Twitter respectivamente. Ambas as páginas terão o mesmo conteúdo.

Apontamentos para um Estudo da Produção de Software e a Perspectiva do Software Livre como Embrião de uma Produção Socialista

O presente artigo põe em destaque a contemporânea, e polêmica, questão do Software-Livre. De discurso libertário e inserido à esquerda no debate acerca dos direitos de propriedade intelectual, o chamado Movimento do Software-Livre apresenta, no entanto, ainda uma série de limitações, ao manter-se atrelado a uma concepção de liberdade puramente técnica e afastada, desta forma, das condições materiais da realidade. Neste sentido, o autor aponta a necessidade indispensável de proceder-se a uma análise da questão sob o ponto de vista do materialismo histórico e dialético, colocando a conjugação da luta pelo Software-Livre à luta contra o modo de produção capitalista como condição fundamental de imprimir-lhe um caráter realmente progressista e de libertação da humanidade.