Vazamento de tubulação da CSN provoca derramamento de óleo no Rio Paraíba do Sul

Rio de Janeiro - Um vazamento de óleo de uma tubulação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi detectado no último dia 3 pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O óleo está vazando diretamente para o Rio Paraíba do Sul, no sul fluminense. De acordo com o Inea, a captação de água do rio, por enquanto, está mantida, já que não há sinais de contaminação grave. Uma equipe de técnicos da Gerência de Qualidade da Água do Instituto foi deslocada no dia 04/07 pela manhã para o local do vazamento para avaliar a extensão dos danos ambientais.

Vazamento de tubulação da CSN provoca derramamento de óleo no Rio Paraíba do Sul

 

Rio de Janeiro - Um vazamento de óleo de uma tubulação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi detectado no último dia 3 pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O óleo está vazando diretamente para o Rio Paraíba do Sul, no sul fluminense.

De acordo com o Inea, a captação de água do rio, por enquanto, está mantida, já que não há sinais de contaminação grave. Uma equipe de técnicos da Gerência de Qualidade da Água do Instituto foi deslocada no dia 04/07 pela manhã para o local do vazamento para avaliar a extensão dos danos ambientais.

Ainda segundo o Inea, a CSN será multada por não ter avisado de imediato as autoridades ambientais sobre o acidente.

Esta é a segunda vez, em pouco mais de um mês, que a CSN se envolve com problemas ambientais. No fim de junho, uma espessa nuvem de fuligem de carvão cobriu grande parte da cidade de Volta Redonda, na região centro-sul do estado. A poluição foi causada por um problema no alto-forno 3 da Usina Presidente Vargas.

A CSN divulgou, por meio de nota, que o vazamento da fuligem de carvão foi devido a “uma sobrepressão no topo do alto-forno 3”, provocando a abertura das válvulas de alívio, deixando escapar o material poluente por dois minutos e dezenove segundos. Naquela ocasião, o Inea autuou a empresa pela poluição causada à atmosfera

 

Crise mantém impacto maior na Região Norte, mostra estudo do Banco Central


Brasília - A retomada da atividade econômica ocorre com maior dinamismo nas regiões menos dependentes do comércio internacional, segundo o Boletim Regional, divulgado no último dia 04 pelo Banco Central. De acordo com o relatório, o comércio internacional continua a refletir o ambiente ainda recessivo registrado nos principais países desenvolvidos. A publicação do BC é divulgada a cada três meses com o estudo sobre a situação econômica de cada região.

Segundo os técnicos do BC, os impactos da crise vêm se mantendo por um período maior no Norte do que em outras regiões do país. Isto ocorre porque a economia da região depende “de forma acentuada” da demanda externa por commodities (produtos primários) minerais, e da procura no país por bens manufaturados, em especial eletrônicos.

A economia do Nordeste também “não registrou recuperação consistente”, segundo o relatório. Um dos motivos foi a ocorrência de adversidades meteorológicas e paralisações técnicas no setor petrolífero.

A expectativa para a região nos próximos meses é de retomada da economia por conta das medidas fiscais de estímulo fiscal às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a intensificação dos programas assistenciais do governo.

Os técnicos adotam o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) para realizar o estudo. O IBCR da Região Norte foi o único que recuou. A queda foi de 1,1% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando o recuo foi de 3,9% no mesmo tipo de comparação. A Região Nordeste cresceu 0,4%, depois de ter decrescido em fevereiro (1,6%).


AR