Social

Epidemia de dengue no Rio

A atual epidemia de dengue na cidade do Rio de Janeiro é mais um exemplo de que as políticas neoliberais são assassinas por natureza. Já são milhares de contaminados pela doença e centenas de mortes na capital fluminense, principalmente de crianças. O corte nas verbas para a prevenção da doença e eliminação do mosquito transmissor é o efeito da retirada dos serviços públicos da prioridade das políticas administrativas. Por isso os hospitais de atendimento à população carioca continuam abarrotados e os doentes morrem aos montes nas suas emergências vítimas do descaso das autoridades que seguem a cartilha neoliberal.

Povos originários mantêm resistência diante de violência policial

Hiparid Top’Tiro, da Mobilização dos Povos Indígenas do Cerrado – MOPIC, conversa com o Inverta e fala sobre a ocupação da terra e presença dos povos originários e mestiços brasileiros nas mesmas, ação que é reprimida pelas oligarquias, que utilizam da violência policial, como ocorreu na primeira quinzena de março, quando a resistência à prisão de uma indígena foi destaque na imprensa.

PM-RJ mata 1.245 em “autos de resistência”

De janeiro a setembro de 2007, a PM do Rio de Janeiro matou 1.245 pessoas. Os dados mostram que essa mortandade é camuflada pelos ditos autos de resistência – em que os homicídios teriam ocorrido após confrontos policiais, o que seria pela lógica capitalista, agravada pela implementação com louvor das políticas neoliberais, plenamente justificáveis. Os índices alarmantes refletem a doutrina de segurança pública do estado do Rio, que incentiva o faroeste cabloco contra a população.