“A Bolívia é do Povo e não do império”, afirmou Evo Morales

A Bolívia, desde 2006 sob a gestão do presidente Evo Morales e de seu vice-presidente Álvaro Garcia Linera, apresenta o maior crescimento econômico da região latino-americana.

A Bolívia, desde 2006 sob a gestão do presidente Evo Morales e de seu vice-presidente Álvaro Garcia Linera, apresenta o maior crescimento econômico da região latino-americana.

A CEPAL, em seu informe, afirma que a economia do país mantém taxa de crescimento econômico superior à média dos demais países.

A nação que foi a mais espoliada por políticas arrivistas desenvolvidas, hoje se apresenta no topo da pirâmide desenvolvimentista, por ações do governo que asseguram o desenvolvimento autossustentável de uma economia independente e compromissada com o salto qualitativo da complexa sociedade boliviana.

Relacionaremos a seguir alguns projetos que estão sendo implantados: a) nacionalização dos hidrocarbonetos e do respectivo gás; b) consolidação da indústria do lítio, com um acordo com a maior empresa russa Gazprom; c) reciclagem da água tornando-a acessível para toda a população - a água é tratada, reciclada e reutilizada; d) acesso da população ao uso da energia elétrica, que passou de 236 mil para 773 mil lares na área rural, e de 1,3 milhão para 2,3 milhões na cidade; e) redução da mortalidade infantil nos últimos 8 anos em 52%; f) integração viária até 2025 de todas as províncias do país, além de elaborar o projeto do trem oceânico, que integra Peru, Bolívia, Brasil e Paraguai. O projeto busca conectar o Porto de Santos-BR com o Porto de Ilo, ao sul do Peru. Criar-se-á corredores de exportação e importação para os produtos não só bolivianos, como para os produtos dos países signatários do respectivo projeto, alcançando duas saídas para o exterior através do Pacífico e do Atlântico; g) acordos de natureza estratégica com a Holanda, Rússia e a China, estabelecendo comércio para a exportação de café e quinoa para o gigante asiático.

A nacionalização pelo Estado do petróleo e do gás garante o crescimento econômico e a distribuição da riqueza através de programas sociais, que possibilitam segura e autônoma política de valorização da sociedade boliviana.
Fonte: Agência Boliviana de Informação.

Celebração pelos 209 anos de La Paz

O presidente boliviano Evo Morales liderou em 16/07 os atos protocolares em homenagem aos 209 anos da Revolução de La Paz e recordou os que deram sua vida pela Pátria e pela liberdade. La Paz comemora esta data em honra aos homens e mulheres que se rebelaram contra o colonialismo espanhol em 16 de julho de 1809, o que se recorda como o primeiro grito libertário na América Latina.

Evo recordou as rebeliões dos povos indígenas acompanhados pelos mestiços há mais de 200 anos contra o colonialismo europeu e sublinhou que hoje a história se repete com outros tipos de invasões e intervencionismos.

O imperialismo norte-americano, afirmou, continua com sua política intervencionista, ameaçando com novas formas de dominação; “embora tenham passado os golpes de Estado com as ditaduras militares, agora são outra forma de imposição, de intervenções em todo mundo”, “o pior inimigo da humanidade, o pior inimigo da liberdade, da dignidade, da identidade, são as intervenções para saquear nossos recursos naturais”. denunciou.


José Augusto Di Jorge Vasconcellos