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Professores tratados com truculência pela polícia em Minas Gerais

A crise do capitalismo aprofunda a exploração dos trabalhadores e a luta de classes na sociedade. O neoliberalismo é a resposta das classes dirigentes aos trabalhadores. Vários setores assalariados estão tendo suas rendas em queda com a reforma trabalhista e a retirada de direitos sociais em grande escala, e no estado de São Paulo, na área de educação, não é diferente. Na capital mineira, Belo Horizonte, professores estaduais em greve enfrentaram no dia 28/03 a brutal repressão da polícia mineira quando protestaram pelo não não pagamento do piso salarial acordado.

A luta de classes na Educação em SP

O ano de 2018 começa com deficit de mais de 1.700 salas de aulas, que fechadas ocasionaram mais de 20 mil professores desempregados, isso que já se anunciava no final do ano anterior, com a cessação compulsória de inúmeros professores readaptados que tiveram de se submeter a processos de atribuições precárias, perda de sedes de frequências, na melhor das hipóteses, fazendo outros colegas que os substituíam perderem aulas até os últimos dias letivos.

Transportes em São Paulo

Diariamente vemos esse direito sendo ferido: “na demora e nos repetidos adiamentos de entrega de obras de novas linhas do metrô; nas repetidas falhas técnicas, atrasos e superlotação dos trens em horários de pico; no deliberado sucateamento do serviço com o intuito de justificar privatizações; a manipulação de licitações para favorecimento de empresas e formação de cartel; no calote de mais de 1 bilhão de reais do governo do estado ao Metrô entre 2011 e 2015...