economia

A crise alimentar no mundo

Os conflitos militares no planeta aumentaram o número de famintos no mundo para 108 milhões de pessoas em 2017, quando em 2015 este total chegava a 80 milhões de seres humanos. As guerras insufladas pela indústria de armas na Síria, no Iraque, no Sudão do Sul, no Zimbábue e em outras regiões do mundo, além das secas prolongadas e as chuvas irregulares causadas pelo fenômeno El Niño, fizeram o número de pessoas com insegurança alimentar grave terem um aumento de 35% em relação a 2015.

A conjuntura econômica do Brasil em 2017

O IBGE divulgou esta semana a produção industrial do Brasil no mês de maio, registrando uma alta em 10 dos 14 locais pesquisados onde o aumento total da atividade da indústria chegou a 0,8%. O estado com o indicador mais positivo foi o Ceará, com 5,9%, e em segundo vem a Bahia, com 3,6% de expansão. As maiores quedas ocorreram nos estados do Amazonas, com retração de –3,6%, no Espírito Santo, que caiu -1,9%, e em seguida o Rio de Janeiro, com baixa de -1,6%.

As conversas de Temer e o Brasil no mercado global

O Tsunami das conversas entre Michel Temer e os sócios do Grupo JBS mostraram a disputa de mercado no setor do agronegócio internamente e externamente. A concessão de vários Parques Nacionais da área ambiental do governo golpista do PMDB para o Grupo Bandeirantes, que além de empresários do setor de comunicações também são grandes proprietários de terras. Isto fez com que a posição editorial da Rede Bandeirantes de Televisão ficasse totalmente favorável ao governo Temer por apoio ao agronegócio, uma vez que a perda do mercado norte-americano com a eleição de Donald Trump, que prometeu fechar para os produtos primários do Brasil o maior mercado consumidor do planeta, fez com que a estratégia dos empresários do setor rural mudasse.