INVERTA comemora seus 23 anos de luta pela revolução socialista

O Jornal INVERTA comemorou seus 23 anos com a realização do IX Seminário Internacional de Lutas contra o Neoliberalismo nos dias 26 e 27 de setembro no Rio de Janeiro. O encontro, que comemorou também 22 anos de reimpressão e distribuição do jornal Granma Internacional, de Cuba, no Brasil, e 10 anos do acordo entre a Cooperativa INVERTA e Agência Informativa Latino-americana - Prensa Latina.

O Jornal INVERTA comemorou seus 23 anos de luta na trincheira da batalha das ideias pela revolução socialista com a realização do IX Seminário Internacional de Lutas contra o Neoliberalismo, nos dias 26 e 27 de setembro no Rio de Janeiro.
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) acolheu o primeiro dia, enquanto o Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ) recebeu o segundo momento do encontro, que comemorou também 22 anos de reimpressão e distribuição do jornal Granma Internacional, de Cuba, no Brasil, e 10 anos do acordo entre a Cooperativa INVERTA e Agência Informativa Latino-americana - Prensa Latina.

O Editor Chefe do Jornal INVERTA, Aluisio Bevilaqua, realizou a abertura das atividades relembrando o surgimento do periódico. “São 23 anos de existência. O INVERTA surgiu quando a conjuntura na União Soviética dizia ao mundo que a experiência humana do socialismo e do comunismo seria uma experiência fadada ao fracasso pelo que aconteceu lá. O INVERTA naquele momento disse não, pois Cuba não disse isso. A China não disse isso. Vietnã não disse isso, a Coreia não disse isso. Vamos nos ombrear e com aqueles que resistem ao capitalismo e imperialismo e vamos manter uma resistência, vamos aglutinar as pessoas em torno dessa resistência e lutar por este ideal humano, que é o ideal de construir uma sociedade mais justa, igualitária, onde não haja exploração do homem pelo homem e onde haja a consciência e a dignidade para todos, que é a sociedade socialista e comunista. Esse foi o ponto de partida do Jornal INVERTA.”

O IX Seminário, que teve como tema central “A crise do capital, a guerra imperialista e as lutas sociais”, contou com a participação de importantes representações diplomáticas de países irmãos que não se submetem ao imperialismo ianque, como a Cônsul Geral de Cuba em São Paulo, Exma. sra. Nélida Hernández Carmona, que denunciou a intensificação do bloqueio econômico dos Estados Unidos contra seu país e o prejuízo que o mesmo causa à população cubana, além de conclamar todos a se somarem à luta pela libertação dos antiterroristas cubanos presos injustamente nos EUA.

Além da representante cubana, estiveram presentes a Segunda Secretária da Embaixada da República Árabe Síria, Ilma. sra. Mariam Nassan; o Cônsul Geral da Venezuela no Rio de Janeiro, Exmo. sr. Edgar González Marin; e o Cônsul da Bolívia, Franz Mariscal Mendivil. Os representantes diplomáticos da Rússia e da República Popular Democrática da Coreia enviaram mensagens de saudação ao evento e parabenizando o Jornal.

O cronograma foi composto por duas mesas de debates intituladas “A Crise do Capital e suas implicações na Educação e na Saúde” e “A Crise do Capital e a Luta contra a Guerra Imperialista”, que tiveram como palestrantes, além das representações diplomáticas citadas, os professores e pesquisadores Aluisio Bevilaqua, Ana Alice Teixera, Gaudêncio Frigotto, Lincoln de Abreu Penna, Sandra R. P. Santos, Sérgio Sant’Anna, Theotonio dos Santos e Zacarias Gama.

Todas as palestras estão disponíveis no formato de vídeo no site do Jornal INVERTA (inverta.org).

Apoiaram o IX Seminário Internacional de Lutas contra o Neoliberalismo e parabenizaram o Jornal INVERTA: Partido Comunista Marxista-Leninista, Centro de Educação Popular e Pesquisas Econômicas e Sociais, Centro Cultural Casa das Américas, Movimento Nacional de Luta contra o Neoliberalismo, Brigadas Populares, REGGEN, Juventude 5 de Julho, TV Comunitária, MODECON, Instituto Karl Marx, Levante Popular da Juventude.
Homenagem aos Imprescindíveis


A Comenda Imprescindível, que todos os anos é concedida pelo Jornal INVERTA àqueles que são imprescindíveis na luta revolucionária por uma sociedade mais justa e sem desigualdades, nesta edição foi conferida a:
Bashar al-Assad e ao povo sírio pela resistência à ofensiva imperialista; Comissão da Verdade do Rio; Raúl Castro, presidente de Cuba, e in memoriam ao reitor da ELAM, dr. Juan Carrizo Estévez;  também in memoriam a Darcy Ribeiro, por sua luta por uma educação pública de qualidade no Brasil; e Carlos Diego Andrade, um dos representantes do Jornal INVERTA no estado do Ceará.

Pela libertação dos Heróis Cubanos


Em moção aprovada pela plenária, os participantes do IX Seminário exigiram liberdade aos Heróis Cubados presos injustamente nos Estados Unidos, desde 1998, por vigiar e denunciar ações terroristas planejadas em solo norte-americano contra Cuba.
Gerardo Hernández, Antonio Guerrero e Ramón Labañino, que ainda estão encarcerados, são três dos cinco cubanos condenados em julgamento viciado e manipulado a severas penas que chegam a duas prisões perpétuas. René e Fernando González conseguiram liberdade após mais de 15 anos de prisão.

Cultura Popular e de resistência

 

A batalha das ideias se faz também através da cultura e por isso muita música, dança, poesia, teatro e exposições não faltaram no IX Seminário.

O leque de artistas populares que abrilhantaram em apresentações durante o almoço e o ato cultural que encerrou o evento foi bastante variado. A Cia de Dança Gia Nut, com Patrícia Gia Nut e Lu Barcelos, apresentou danças árabes e ciganas; a Juventude homenageou a luta pela autodeterminação dos povos e o Jornal INVERTA; Sílvio Poeta, Idioraci Santos e Bebel Gonçalves fizeram declamações.

O teatro ficou por conta das Cias de Arte INVERTA e Em Parte, da Brigada da Juventude 5 de Julho e também do ator Idioraci Santos.

Na música tivemos: Paula Conceição, Sidneia Merencio, Homem Banda, Trio Latino-americano, Roda de Amigos (Odette Erneste Dias, Gonzalo Saldarriaga, Cosme e Ananias), Marília Bevilácqua, Homem Banda, Originais do Sudeste e Moraes do Acordeon e Banda fera Show. O encerramento do ato cultural mais uma vez ficou por conta das bandas, com a apresentação de Diurnos, Venelop e América Vermelha.

Nas exposições e artes plásticas, além da tradicional exibição das principais capas dos jornais INVERTA e GRANMA, a mineira Jornada expôs pinturas sobre páginas do INVERTA.

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