LUTA DE CLASSES

Bompreço terá que indenizar funcionário obrigado a imitar macaco.

 

O supermercado Bompreço terá que pagar indenização de R$ 50 mil a um ex-funcionário obrigado a imitar macaco, dançar e rebolar na frente dos colegas de trabalho.

Os desembargadores da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Ceará consideraram que a empresa assediou o funcionário e deveria ser punida pelo dano moral provocado.

A decisão reduz o valor determinado anteriormente pela 3ª vara do Cariri, que era de R$ 160 mil.
De acordo com uma testemunha que também trabalhou para a rede de supermercados na Região do Cariri, sempre que empregados se atrasavam para as reuniões diárias eram obrigados a “pagar osso”, ou seja, dançar, rebolar e imitar macaco.

Vivo é condenada por punir quem se recusou a mentir sobre sistema fora do ar.

 

Uma trabalhadora da Vivo S.A deve receber R$ 50 mil de indenização por danos morais, além de salários correspondentes aos 12 meses de garantia de emprego a que teria direito em virtude de doença ocupacional.

Ela foi despedida um dia após voltar da licença médica.

Os danos morais referem-se a assédio moral sofrido pela funcionáia, porque ela se recusava a mentir que o sistema estava fora do ar quando clientes queriam comprar planos pré-pagos de celular.

Ao desobedecer a diretiva da empresa, que tem o foco na venda de planos pós-pagos, era motivo de chacota e xingamentos por parte dos colegas e adquiriu transtornos psíquicos devido à situação.

M. Officer é acusada de utilização de trabalho escravo em São Paulo.

 

O Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) quer que a M5, detentora da marca M. Officer, pague R$ 10 milhões por manter em sua cadeia produtiva trabalhadores em condições análogas à de escravidão.

Uma ação civil pública foi ajuízada, em 15 de julho, contra a empresa.
De acordo com o MPT, a  M5 utilizava empresas intermediárias para subcontratar o serviço de costura, realizado em grande parte por imigrantes, em oficinas clandestinas, submetidos a jornadas excessivas e em condições precárias, sem qualquer direito trabalhista.