Social

Ontem e hoje: A essência é a mesma

Desde a ditadura militar de 1964, aliás um dos objetivos do golpe, as manobras da burguesia sempre perseguiram o fim de desarticular a classe operária e evitar que esta avance politicamente e tome consciência de sua força e papel histórico nas sociedades. Hoje, apesar da "democracia" (burguesa), a essência continua sendo a mesma, evitar a união da classe operária, seja pelos meios mais tradicionais, as guerras, o extermínio; seja pelos meios modernos, as telecomunicações que veiculam as contrainformações, demonizam os governos revolucionários e ainda deixam o povo apático com as telenovelas e venda do mundo "perfeito" burguês de consumismo.

Militares democratas e nacionalistas exigem punição dos torturadores e assassinos

O presidente da ADNAM (Associação Democrática e Nacionalista de Militares) major-brigadeiro Rui Moreira Lima, herói da Força Expedicionária Brasileira no combate ao nazi-fascismo, protocolou na segunda-feira, dia 12 de abril, no STF (Supremo Tribunal Federal) uma petição solicitando uma correta interpretação na aplicação da Lei de Anistia 6683/79, que não anistia torturadores e assassinos, já que, segundo a própria Constituição, não são considerados crimes políticos aqueles cometidos pelos agentes repressores da ditadura militar, mas crimes comuns. A Lei 6683 anistia apenas a os envolvidos em crimes políticos entre 1961 e 1979.