Debate

Preservação de Conveniências

Foi ingênuo quem esperou ouvir algo diferente do que pronunciou o presidente Barack Obama por ocasião do encerramento da Conferência de Copenhague. Foi um discurso carregado do insistente ultranacionalismo norte-americano, cuja preocupação última está longe de se voltar à preservação do meio ambiente e das condições de vida no planeta. Antes, assim como em seu discurso de posse, ele reiterou o fato de ser não um presidente negro, mas o presidente dos Estados Unidos da América, cuja cultura branca, protestante e burguesa está acima de qualquer diversidade que o mundo “pós-moderno” queira inaugurar, com o fim de ser apresentada, mais que hegemônica, como a única via possível de as pessoas sobreviverem, em busca do ideológico e ideologizante “progresso”.

Da globalização à revolução

O fiasco do que se convencionou chamar de neoliberalismo ou globalização é “repeteco” do que Lenin chamou de imperialismo, na antevéspera da Revolução de Outubro.

Países católicos legalizam aborto

No dia 24 de fevereiro de 2010 foi aprovada em definitivo pelo senado espanhol a chamada “Lei Orgânica de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez”, que legaliza o aborto no país até a 14ª semana de gestação. Até a 22ª semana, em caso de risco para a saúde da mãe ou má formação do feto e, após a 22ª semana, na hipótese de constatação de doença grave ou incurável no feto, mediante certificação médica oficial.