Economia

A crise mundial em 2009

Até agora, com a crise, o “valor de mercado” do setor bancário no mundo todo caiu de US$ 8,3 trilhões, no fim de 2007, para US$ 5,7 trilhões. Estes 2,6 trilhões perdidos, na verdade, eram capital fictício, valor que parecia sólido e se desmanchou no ar. A crise eliminou quase três anos de crescimento inflado e de bolha especulativa. Mas os piores efeitos não estão no mercado financeiro, e sim na economia real, e bilhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com o desemprego, a fome e a miséria.

Reflexões sobre a Crise Financeira

A crise financeira se tornou assunto corrente na ordem do dia. Repercutiu pelo globo terrestre. Nenhum terráqueo conseguiu escapar. E de alguma maneira foi afetado. Diferiu apenas a magnitude da colisão. Mais ainda assombrou pelo foco originário. Rompeu-se pelo que, nas aparências, seria o elo mais rígido da corrente. Ao menos era esta, por assim dizer, a percepção coletiva da maioria dos espectadores. Em 2006, dá as caras certa dificuldade de inadimplência de mutuários da casa própria nos EUA, a mais gigantesca das economias. Não aparentava gravidade incomum. No evoluir dos acontecimentos, desocultou dimensões assustadoras a revelar antigo problema conduzido de arrasto.

Dados maquiam realidade do povo em 2009

Divulgou-se exemplo, que o desemprego, em novembro de 2009, foi de “apenas” 7,4%. Este dado, no entanto, calculado pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, além de considerar como “ocupados” todos aqueles que exercem qualquer atividade, inclusive bicos autônomos, exclui do universo de pesquisa todos os brasileiros em idade ativa que não tenham procurado por emprego nos últimos três meses. Leia mais.