Inverta celebra seus 18 anos

Jornal INVERTA celebra seu 18° aniversário aompanhado dos 17 anos de circulação no Brasil do Granma Internacional em português; dos 5 anos do acordo Inverta/Prensa Latina; e dos 2 anos da Coordenadora Continental Bolivariana – Capítulo Brasil Luiz Carlos Prestes.

No dia 26 de setembro foi realizado o V Seminário Internacional de Luta Contra o Neoliberalismo, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) em comemoração do 18° aniversário do Jornal INVERTA e dos 17 anos de circulação no Brasil do Granma Internacional em português.

Nesse dia também comemorou-se 5 anos do acordo Inverta/Prensa Latina, que faz da Cooperativa INVERTA representante comercial, no Brasil, da Agência de Notícias Latino-americana, Prensa Latina; bem como foi celebrado 2 anos da Coordenadora Continental Bolivariana – Capítulo Brasil Luiz Carlos Prestes, que em sua instância internacional realizará seu III Congresso rumo ao Movimento Continental Bolivariano em dezembro próximo.

Prestigiaram esse grande evento delegações vindas dos estados do Ceará, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Pará, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, com as delegações da Baixada Fluminense, Zona Oeste, Nova Friburgo e Itaboraí. Além de leitores do jornal de vários pontos do Rio de Janeiro.

A abertura das atividades ficou por conta da mesa de saudação integrada por Aluisio Bevilaqua, Cientista Político e Editor-chefe do Jornal INVERTA, Bianka de Jesus, Jornalista Responsável do Jornal Inverta, Alejandro Gomez, correspondente da Prensa Latina no Brasil, Waldemiro Pereira, Presidente do Conselho de Honra do PCML-Br, Georgina Queiroz, representante do Núcleo do Centro Cultural Casa das Américas, Antônio Cícero Cassiano, Presidente do Centro de Educação Popular e Pesquisas Econômicas e Sociais, Rafael Rocha, da Cooperativa Inverta,  Dr. Edgar Alberto Gonzalez Marin, Cônsul Geral da Venezuela no Rio de Janeiro,  Leopoldo Saraiva, da Nicarágua, Haroldo de Moura, Francisco Malta, Sucursal Inverta/CE, Sebastião Rodrigues, Sucursal Inverta/MG, Jaques Dornelas, do UMNA,, Prof. Dr. Theotônio dos Santos, da Universidade Federal Fluminense, Prof. Dr. Cláudio Gurgel, do Reage Socialista-Coletivo Fundador, , João Bursheid, Sucursal Inverta/RS, Leandro Pereira, da Juventude 5 de Julho, e o Mestre Madeira, Professor e dirigente do grupo UNIAFRI.

Durante as saudações, foi destacada a importância do Jornal INVERTA, nascido na Baixada Fluminense há 18 anos, e da  realização do Seminário como demonstração de que o espírito de luta da classe trabalhadora não foi destruído, está vivo. Foi ressaltada também  a sempre permanência do compromisso dos companheiros do INVERTA com a luta revolucionária internacional.

Sob o tema geral A crise mundial e seus desdobramentos, a mesa de debate, coordenada por Antônio Cícero Cassiano, foi composta pelos conferencistas Aluisio Bevilaqua, Cientista Político e Editor-chefe do Jornal Inverta, Dr. Edgar Alberto González Marin, Cônsul Geral da Venezuela no Rio de Janeiro, Leopoldo Saraiva, da Nicarágua, Dr. Theotônio dos Santos, da Universidade Federal Fluminense, Prof. Dr. Cláudio Gurgel, do Reage Socialista-Coletivo Fundador, Elton Lima, do Movimento Nacional de Luta Contra o Neoliberalismo, Osmarina Portal, da Coordenadora Continental Bolivariana – Capítulo Brasil Luiz Carlos Prestes,  Mestre Madeira, do UNIAFRI, e Jaques Dornelas, do UMNA.

Aluisio Bevilaqua alerta sobre a “crise profunda e estrutural, uma crise de transformação na história da humanidade. Nós estamos vivendo uma transformação histórica em toda humanidade, trata-se de uma crise de um modo de produção. O capitalismo enquanto modo de produção já chegou a todos os níveis de desenvolvimento possíveis e imagináveis, ele não tem mais como coexistir enquanto modo de produção na sua integridade sem sofrer deformações, colocar deformações e viver uma situação que é quase que artificial, de artificialismo, onde todas as suas estruturas de existência enquanto sistema, elas se desenvolveram ao máximo, chegando a uma situação de profundo desgaste e que hoje chega ao limite de você ter uma crise que ameaça a existência de todo o planeta”.

O cientista político alerta ainda sobre a ativação da IV Frota e instalação das sete bases estadunidenses em território colombiano dizendo que são movimentos que nos chamam atenção para a existência de toda uma preparação estratégica, por parte dos EUA, dentro da América Latina. “Onde eles (EUA) vão desferir esse golpe principal? Como eles estão concentrando na Colômbia, a impressão que dá é que seria na Venezuela. Chamo atenção para o Brasil, particularmente pela questão do pé-sal. O movimento pode dar impressão para um lado, mas pode sair por outro”, afirma.

Cônsul Edgar Alberto: “Parece incrível, porque todos sabem que o responsável pela crise mundial financeira são os Estados Unidos e se busca a forma de buscar capital, dinheiro para salvar os responsáveis pela crise financeira. A reação de muitos povos da América Latina é em consequência de todas essas política neoliberais. No caso da Venezuela se passaram 45 anos governando os partidos de direita. PDVSA, nossa companhia de petróleo passou anos nas mãos da elite, e todo seu recurso não era para o povo. Agora a PDVSA está nas mãos do governo, do povo venezuelano, e seus recursos, o lucro que gera vai para o povo. Agora ele está vendo os recursos da exploração do petróleo, de sua venda de energia na forma de missões educativas, de saúde, missões em alimentação, em cultura, etc. Isso é fundamentalmente o quê cabe ao nosso povo.”

Theotônio dos Santos ressalta alguns momentos históricos da crise estrutural do capitalismo e aponta que “temos que ter a clareza que o sistema consegue sobreviver aumentando suas contradições indefinidamente, agravando cada vez mais com violência crescente e que a única forma de conter essa crise é através da organização dos movimentos populares sociais. E nós temos avançado muito nesse sentido, bastante. (…) Temos que confiar que a nossa capacidade de luta e de ter grandes instrumentos de informação alternativos vai nos permitir, juntamente com o trabalho político e organização do povo, enfrentar esse monstro que é o sistema capitalista e abrir caminho para uma nova sociedade, um novo mundo”.

Cláudio Gurgel apresenta dados da crise mundial: “2,8 trilhões de dólares foram prejuízos financeiros com financiamentos, os créditos, segundo o Banco da Inglaterra; 50 trilhões de dólares é quanto o Banco Asiático calcula que foram os danos patrimoniais; falências no EUA foram 28 bancos e há a expectativa de 100 novos bancos falirem; 65 mil pedidos de falência foram encaminhados nos EUA, em 2009, na Inglaterra, 11 mil pedidos de falência, no Brasil quase 2 mil; a Votorantim, maior empresa privada do Brasil, perdeu 2 bilhões de reais; e a Sadia que, teve que se compor naquele abraço dos afogados com a Perdigão, perdeu 3 bilhões de reais com a crise; o desemprego, segundo a Organização Internacional do Trabalho, apenas gerado por essa crise foi de quase 40 milhões de trabalhadores e a expectativa é que se inicie o de 2010 com 240 milhões de trabalhadores desempregados”.

Mestre Madeira iniciou sua falação saudando os companheiros do Inverta pelos 18 anos de resistência e os 17 anos do Granma Internacional no Brasil informando sobre uma realidade que a mídia brasileira faz questão de ocultar. Destacou que “o negro é um afetado direta e profundamente da crise. Nós fomos trazidos para o Brasil em 1534 com Tomé de Sousa. De 1534 até hoje nós não soubemos o que não é crise. O negro sempre esteve no olho da crise. (…) O movimento negro acha que o Brasil nunca dará certo porque este país foi construído em cima de 15 milhões de negros que vieram da África para cá, trazidos, não pediram para vir para cá; 15 milhões que foram enterrados nessa pátria. O movimento negro acha que isso é uma maldição e que nunca melhorará, o Brasil nunca dará certo exatamente porque existe essa maldição. Aí existe INVERTA, essa é a esperança, existe Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança”.

Jaques Dornelas: “Entendemos que o capitalismo sucumbiu o seu modo de produção. Afinal por que tem crise  capitalista? Porque o capitalista produz muito mais que a capacidade de consumo das pessoas, quer dizer, o capitalismo produz muito mais do que a população pode adquirir, os bens, os produtos. E aí o capitalismo então o quê faz para continuar no seu processo de reprodução, de exploração e de guerra? Ele faz a guerra. Porque quem compra uma geladeira, uma televisão, um celular, um computador, ele tem uma vida útil. O capitalismo é isso, tem que está sempre inovando para cobrar mais caro, para extrair mais lucro, para poder concorrer e superar o seu concorrente. Então essa guerra de competição é uma guerra que leva a destruição da natureza e também das populações, da vida humana”. E diante disso ressalta a importância do evento como forma de organizar e conscientizar a população sobre esse esgotamento do capitalismo para sua superação.

Leopoldo Saraiva, ex-diretor do Barricada, aponta que “Obama tomou duas medidas muito importantes a respeito da América Latina: uma é a instalação das bases na Colômbia e a segunda renovou o bloqueio a Cuba, considerando uma necessidade de segurança para os EUA. A instalação das bases na Colômbia é um objetivo estratégico dos estadunidenses, do império. Por quê? As futuras guerras que vão acontecer no mundo serão por água, por recursos naturais, pelos minérios, e a América Latina tem tudo isso. Da Colômbia, os estadunidenses têm condições de chegar a todos os pontos da América Latina. No que diz respeito a tática, temos que lembrar que nesse próximo ano, de agora para frente, tem eleições em numerosos países americanos e o império está jogando muito pesado em tentar golpear este quadro incipiente de unidade latino-americana”.

Elton Lima: “Nós vivemos no Brasil um processo ascendente ainda do projeto neoliberal, as coisas não estão ainda bem resolvidas para a classe operária, pelo contrário, quando a gente explica o que está ocorrendo transparece que as coisas estão andando, que tem um governo, teoricamente, democrático-popular e as coisas estão fluindo para o movimento social, e não é verdade. O movimento social no Brasil está refluxo, os trabalhadores estão completamente divididos, o governo institucionalizou as centrais (sindicais), dá muito dinheiro às centrais; no campo popular de esquerda há uma fragmentação muito grande; dentro do congresso nacional se tem fabricado leis como, por exemplo, a aposentadoria, onde se leva a população a ficar discutindo fator previdenciário ou não fator previdenciário, menos tempo, mais tempo, mas na realidade a juventude não vai conseguir se aposentar, está dado, e as pessoas não discutem isso, porque nós vivemos na ditadura da mídia. (…) O ano que vem é um ano sensível para a classe trabalhadora, um ano de eleição, onde os trabalhadores são jogados pela mídia e partidos que vivem de eleição e mais uma vez as condições vão estar expostas aí. (…) O Jornal INVERTA e o PCML têm um papel fundamental para esse período que vem agora, que é de denunciar a questão dos alimentos, denunciar a questão da saúde, os governos fantoches... Nós diagnosticamos a crise, mas o nosso desafio é sair as ruas, é barrar o quê está acontecendo aí. A saída para nós é a revolução, não tem outra”.

Osmarina Portal em sua intervenção diz: “Depois das intervenções da análise da crise no Brasil e no mundo, nós proletariados, a Coordenadora Continental Bolivariana – Capítulo Brasil Luiz Carlos Prestes, o Jornal INVERTA, o PCML só têm uma coisa a dizer para o proletariado: não nos resta outra solução a não ser tomar o poder nesse país. E o que é tomar o poder nesse país? Não é esperar Lula, não é esperar que operários sejam eleitos para ocuparem o congresso, somos nós de fato marcharmos numa luta e dizermos: queremos o poder, a partir de hoje quem vai mandar nesse país e no planeta é a classe proletária e seus aliados. E só assim, só a partir daí é que não haverá mais a opressão, não haverá mais a exploração, não haverá mais as injustiças. Porque a partir daí, em que o proletariado tomar o poder e implantar a ditadura do proletariado, então nós vamos poder dizer: tudo que nós produzirmos vai ser revertido para a classe trabalhadora. Só assim será garantida a educação, a saúde, moradia digna, lazer. Isso só com uma revolução, só com os trabalhadores tomando o poder”.

Ao final do debate Aluisio Bevilaqua (1), fundador do Jornal INVERTA, é homenageado com a comenda Imprescindível entregue por Sebastião Rodrigues, da Sucursal Inverta/MG.

Após o Seminário, quando deu início o horário do almoço, os presentes nos 18 anos do Jornal Inverta puderam prestigiar a apresentação do estudante de Artes Cênicas Fernando Moscou com o poema  “A Extraordinária aventura...” de Maiakovski, abrindo a atividade cultural no almoço. Logo em seguida tivemos a apresentação da Orquestra da AMA-SP tocando o melhor da música brasileira tradicional, e fechando a atividade cultural do almoço o grupo Uniafri apresentando os diversos ritmos originários da África que influenciaram a cultura brasileira com o grupo de dança e ritmo sob a direção de Mestre Madeira.

 

Ato Político


Após o delicioso almoço musical, teve início o Ato Político de Homenagem. Para esse momento compuseram a mesa Francisco Malta, Antônio Cícero Cassiano, Rafael Rocha e Roberto Figueiredo.

“O capitalismo não está preocupado com a vida não, está preocupado com o capital” afirmou o jovem de Guiné Bissau, Iatalamani, estudante de Ciências Sociais na zona oeste, que falou sobre a experiência de luta no seu país apesar da destruição e herança de miséria e desigualdade deixada pela exploração imperialista em toda África.

Também deixou sua mensagem, representando o DCE da UERJ, o estudante Rafael Rodrigo que parabenizou a atividade e saudou o Inverta como veículo que leva informação crítica e verdadeira sobre a realidade que a mídia burguesa tenta esconder e distorcer.

Passando-se ao ato político propriamente dito, iniciou-se e entrega das comendas Imprescindíveis do INVERTA.

In memoriam, o camarada Ari Silva é homenageado com a comenda Imprescindível, recebida por sua esposa (2) das mãos de Jelson Lopes.

Claudio Evanias Rocha é homenageado. Em seu nome recebe a comenda o jovem Jairo Cubano (3) entregue por Francisco Malta.

João Bursheid entrega comenda a Elton Lima (4), do MNLCN.

Waldemiro Pereira entrega comenda a Francisco Sanches Nunes (5).

Antônio Cícero Cassiano entrega comenda a Haroldo Teixeira de Moura (6), do CEPPES.

Jelson Lopes da Silva (7), da Cooperativa Inverta, recebe comenda de Rafael Rocha.

Georgina Queiroz entrega comenda a Nancy Rocha (8).

O Camarada Miguel Batista, comunista histórico, membro do Conselho do PCML, é homenageado com a comenda Imprescindível, recebida posteriormente na sede do Jornal INVERTA.

Jerônimo Miguel da Silva entrega comenda a Manuel Miguel da Silva (9), militante da Baixada Fluminense.

Osmarina Portal entrega comenda a camarada Bianka de Jesus (10), jornalista responsável do Inverta.

O Dr. Edgar Alberto Gonzalez Marin, Cônsul Geral da Venezuela no Rio de Janeiro, é homenageado com a comenda Imprescindível.

In memoriam, Juan Almeida Bosque é homenageado com a comenda Imprescindível.

O Comandante Daniel Ortega é agraciado com a comenda.

Realizando o fechamento deste momento, Raphael Bevilaqua, vice-presidente do CEPPES, leu a Declaração final do encontro, onde fez um balanço geral do debate e afirmou que “Os ventos da ‘mudança’ começam a soprar favoravelmente e, ainda que tortuosos sejam seus caminhos e sacrifícios incomensuráveis exijam a luta, cabe a nós resistir à tempestade e avançar para acompanhá-los. As leis da dialética jogam a favor de quem melhor puder compreendê-las e utilizá-las: ‘tudo que existe deve perecer e dar lugar ao novo’.”

 

INVERARTE


Com o Ato Político encerrado, deu início na parte interna do teatro Noel Rosa o Ato Cultural, onde o ator Idioraci Santos fez a abertura com um trecho do poema Navio Negreiro de Castro Alves. Em seguida A banda América Vermelha, composta por Pedro Henrique Monteiro, Alessandro Almado e Cristiano Angelo, apresentou músicas com letras de protesto, dentro do gênero rock. Depois a intérprete Marília Bevilacqua, acompanhada por Catarina Bevilaqua cantaram alguns sambas de raiz levantando o público presente. A Banda Sudeste Show entrou para manter o público de pé e dançando com seu forró já conhecido do trio Ananias Reage do salgueiro, fundador e líder do grupo; Ronald Simbora e Viviane Drumond. E para encerrar, o Uniafri levantou o público com a participação das irmãs Bevilacqua, fechando mais um aniversário do Jornal Inverta com o tradicional samba.

Depoimento dos Artistas sobre os 18 anos do Jornal INVERTA:

“Se não fosse a dedicação de cada companheiro revolucionário, o Jornal Inverta não conseguiria chegar aonde chegou. São 18 anos de dedicação revolucionária, o que é um grande feito numa sociedade como esta em que vivemos. E o Jornal Granma é de grande importância para nós, por que com ele podemos conhecer as grandes mudanças e avanços realizadas num país onde desenvolve-se a sociedade socialista, regime que queremos implantar em nosso país.”  (José Fernandez, vice-presidente da AMA e fundador do Grupo Musical da AMA - Associação dos Metalúrgicos Aposentados do ABC)

“Gostei muito de estar participando dos 18 anos do Jornal Inverta, e o lance da cultura é realmente importante a gente estar nessa batalha sempre juntos.”  (Alessandro Almado – Baterista da banda América Vermelha)

“Eu fiquei muito feliz em ter participado, eu e minha irmã Catarina (Bevilaqua), nós agradecemos o convite, a nossa participação desses 18 anos do Inverta foi de uma felicidade imensa pra nós que estamos desde praticamente o início do Inverta juntos, na mesma batalha, na mesma luta, nós esperamos que sempre continue cada vez melhor, quero desejar parabéns aos companheiros todos que estão conosco no Inverta, e Inverta me acho parte do Inverta e parabenizar a todos pela linda festa do Inverta e pelos 18 anos de luta.”  (Marília Bevilacqua – Cantora)

“Uma das melhores coisas em se participar de um evento como esses e reencontrar camaradas de longa data. A luta de classes nos nossos dias e a luta da burguesia contra os comunistas e tão feroz que, isoladamente as vezes sentimos a falta de mais camaradas que pensem como nós. O aniversário do inverta e sempre uma oportunidade de reencontrar esses camaradas e de reafirmar para si mesmo que e isso, o que estamos fazendo está certo e que nos movemos para a frente.” (Moscou - Ator)

“O Uniafri ficou feliz por poder participar de uma data tão importante,18 anos de resistência, quem vive sabe como são as dificuldade. Então o Uniafri que também é resistência, eu disse até na minha participação lá que Uniafri completou um ano de convivência, de associação com o Inverta. O Inverta fez 18 anos e o Uniafri fez um ano de convivência, e a gente sonha continuar juntos nas investidas do Inverta.”(Mestre Madeira – Grupo Uniafri)

“Em termos de cultura, foi muito bom, legal, maravilhoso, o pessoal gostou muito, eu ouvi alguns dizendo, “olha, nunca vi festa tão bonita e bem organizada”, principalmente na parte da cultura a gente ta lutando pra fazer o melhor, e estamos levando isso daí pra frente e convidando gente nova pra fazer parte do nossos eventos, nosso movimento, e pra mim cada dia que passa é um aprendizado que eu aprendo com vocês.”(Ananias – Guitarrista do Sudeste Show)

“A gente acredita na luta da classe trabalhadora, a libertação da classe trabalhadora, a gente acha que o aniversário do jornal é uma coisa que tem que acontecer sempre, mostrar pra população que o jornal esta sempre em circulação, mostrar que existe uma imprensa que fala a verdade com as coisas da classe trabalhadora. Eu acho importante por causa disso e de outras coisas mais” (Idioraci - Ator)


Sucursal/RJ