Movimento

Juventude do PCML recorda o 5 de Julho

A Juventude Cinco de Julho, J5J, o MNLCN - Movimento Nacional de Luta Contra o Neoliberalismo e o CEPPES - Centro de Educação Popular e Pesquisa Econômicas e Sociais homenageou o histórico 5 de Julho com várias atividades. No dia três de julho o CEPPES realizou uma palestra com seu presidente, Antonio Cícero, e o membro do CLCN, Haroldo de Moura. As juventudes do Rio de Janeiro e São Paulo comemoraram a data com atividades de rua.

Juventude homenageia Prestes e o heróico 5 de Julho

A Juventude 5 de Julho-RJ, em comemoração à esta histórica data, este ano homenageou o grande líder comunista e revolucionário Luiz Carlos Prestes, em especial pelo 5 de Julho de 1924, realizando uma atividade na Rua Regente Feijó em frente a sede do Jornal INVERTA no centro da cidade, grafitando um bonito painel onde pode-se ver a efígie do Cavaleiro da Esperança sobre o mapa do Brasil simbolizando a sua marcha que teve início no final de 1924 após os levantes de 5 de Julho em São Paulo e no Rio Grande do Sul, este liderado também por Prestes na cidade de Santo Ângelo, contra a opressão e a miséria causados pelas oligarquias da época. Esta marcha, que ficou conhecida como Coluna Prestes, durou cerca de dois anos e percorreu mais de 25 mil km por todo o Brasil em confronto com as tropas governistas sem sofrer uma única derrota sequer, sendo também por isso chamada “A Coluna Invicta”.

Coluna Voz Rebelde: É a hora da ofensiva revolucionária

Como nós temos visto no decorrer deste ano de 2009, a luta revolucionária não só no Brasil, mas mundialmente tem crescido em grande escala, por causa da crise econômica mundial. Demissões, falências, redução de salário, aumento da repressão, entre outras formas que o Estado encontra para sufocar o trabalhador. E assim, como a grande massa de trabalhadores no mundo, o jovem representando uma grande porcentagem sofre ainda mais esses tipos de opressão. A luta da juventude neste processo é muito importante, pois temos a energia de sobra para podermos mobilizarmos a massa, temos tempo para podermos nos dedicar aos estudos do Marxismo-Leninismo e para ir às ruas pôr em prática toda a teoria.

Aumenta mortalidade juvenil por armas letais

No mês de julho saiu uma triste estimativa sobre o número de mortes de jovens no Brasil. Mais de 33,5 jovens, entre 12 a 19 anos, perderão a vida, caso os índices de violência não mudem, vitimados por armas letais. A fonte dessa pesquisa é a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), ligada à presidência da República e à Secretaria dos direitos humanos, com o Indicador de Homicídios (IHA).