Social

Transporte público: entre cães e chibatadas

O transporte público do Rio, que já era péssimo, conseguiu ficar pior. Além do sofrimento pelo que passa quem depende deste meio de transporte todos os dias com locomotivas, atrasadas, em má condição de uso, avariadas, passagem cara, agora vieram as chicotadas. No útimo dia 15, os guardas da Supervia chicotearam os usuários para que as portas do trem lotado fossem fechadas. Nas barcas de Niterói, um protesto contra o serviço prestado foi reprimido com cães. O cenário respira a rebelião. Seja contra cães ou chibatas, o povo trabalhadora já demonstra sinais e ações claras de esgotamento.

Cresce mortalidade entre jovens trabalhadores

Em um relatório desenvolvido pelo Sistema de Serviços Sentinelas de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), integrante do Ministério da Saúde, cuja finalidade era descrever as características dos casos de violência notificados pelos serviços públicos de emergência do Brasil em 2006, alguns dados bastante reveladores puderam ser apontados. Dentre eles, o de que a maioria das vítimas de violência atendida era de jovens, na faixa etária entre 20 e 29 anos, do sexo masculino, negras e com baixo nível de escolaridade. Segundo dados do Portal da Saúde, podemos observar ainda que, em 2005, 78% das causas de óbitos do sexo masculino decorreram de fatores externos, assim classificados: 1º - Acidentes com transporte; 2º - Lesões autoprovocadas voluntariamente; 3º – Agressões.

Farsa da Globo sobre o conflito agrário é desmascarada

O repórter da TV Liberal, afiliada da TV Globo, Victor Haor, depôs no dia 27/04, a Polícia de Interior do Estado do Pará. Em seu depoimento, negou que os profissionais do jornalismo tenham sido usados como escudo humano pelos sem-terra, bem como desmentiu a versão - propagada pela Liberal, Globo e Cia. - de que teriam ficado em cárcere privado e foram mantidos como escudo humando pelo MST na propriedade rural de Daniel Dantas.