Missões estatais da ALBA analisam crise global em Caracas

Importantes missões estatais de países vinculados à Alternativa Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) reuniram-se na quarta-feira (26) em Caracas para debater sobre assuntos relativos à crise financeira global. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, confirmou desde o início da semana a cúpula de chefes de Estado da ALBA e adiantou que prevê a assistência dos governantes da Bolívia, Evo Morales, e da Nicarágua, Daniel Ortega. Também -apontou- esperamos a participação dos presidentes de Honduras, Manuel Zelaya, e do Equador, Rafael Correa, mais um alto delegado oficial cubano e vários representantes de outras nações antilhanas.

Missões estatais da ALBA analisam
crise global em Caracas


Importantes missões estatais de países vinculados à Alternativa Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) reuniram-se na quarta-feira (26) em Caracas para debater sobre assuntos relativos à crise financeira global.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, confirmou desde o início da semana a cúpula de chefes de Estado da ALBA e adiantou que prevê a assistência dos governantes da Bolívia, Evo Morales, e da Nicarágua, Daniel Ortega.

Também -apontou- esperamos a participação dos presidentes de Honduras, Manuel Zelaya, e do Equador, Rafael Correa, mais um alto delegado oficial cubano e vários representantes de outras nações antilhanas.

Juntos analisaremos derivações e propostas para enfrentar a atual crise internacional, originada nos Estados Unidos, mas que ameaça a muitos de nossos povos e pode induzir males sociais indesejáveis, comentou Chávez.

Terá que ser uma reunião rápida, porque nesse mesmo dia chegará à Venezuela o presidente da Rússia, Dimitri Medvédev, e temos prevista uma agenda apertada de encontros e entrevistas, disse.

O estadista disse que na reunião da Alternativa Bolivariana, o Equador assistirá como país convidado, porque ainda não faz parte oficial do foro regional de cooperação econômica e governamental.

Explicou que o objetivo da assembléia é analisar as irregularidades creditícias no planeta do ponto de vista dos países subdesenvolvidos e será seguida por outra dos integrantes da ALBA e do convênio energético Petrocaribe.

Recentemente Chávez explicou que o preço do petróleo lhe preocupavam mais, estando o barril a 150 dólares há uns meses, que as baixas cotações atuais.

Questionados por repórteres no domingo de votações regionais, o chefe de Estado disse que mesmo que o valor do petróleo se mantenha ou abaixe dos 50 ou 40 dólares por barril, a economia nacional não irá parar por esse obstáculo.

Construímos um caminho alternativo sob o manto da revolução bolivariana e em prol do socialismo do século XXI, hoje em dia preocupa-nos mais a crise financeira global que os preços de hidrocarbonetos, disse o governante.

A ALBA é um acordo de caráter integracionista e de conteúdo social integrado por Bolívia, Cuba, Dominica, Honduras, Nicarágua e Venezuela.


Prensa Latina