Social

Ocupação da Reitoria da UERJ

O INVERTA esteve na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, onde estudantes e servidores públicos ocuparam a reitoria no dia 10 de setembro, protestando contra o descaso do Governo do Estado com o ensino público e reivindicando a recomposição orçamentária da universidade, que vem sofrendo cortes sucessivos a cada governo. Funcionários da universidade e professores prestaram seu apoio aos universitários que exigem o repasse de 6% da Receita Tributária Líquida do estado para a universidade, bandejão e assistência aos alunos, entre outras reivindicações.

Estados precisam prorrogar vacina contra rubéola

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou, segundo a Agência Brasil, que 11 estados prorroguem, até o próximo dia 19, a campanha de vacinação contra a rubéola. A média de imunizações nesses estados teria ficado abaixo do esperado, a decisão caberá a cada unidade federativa. Dentre os estados estão todos da Região Norte – Amapá, Amazonas, Acre, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins – além de Goiás, São Paulo, do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, onde as taxas de cobertura ficaram entre 62% e 76%.

Acidentes e violência matam homens no Brasil

A população masculina brasileira economicamente ativa está morrendo. Dados alarmantes levantados para construir esta primeira versão da política de atenção à saúde do homem revelaram que as causas externas -acidentes e as diferentes expressões da violência- são responsáveis por 78% das mortes no universo masculino, na faixa etária dos 25 aos 59 anos de idade. O Documento do Ministério da Saúde traz dados alarmantes, entretanto, será necessário ir na raiz do que está matando a população masculina brasileira.

Operário, pernambucano, nordestino, brasileiro: Um explorado!

O trabalhador pernambucano, assim como o nordestino em geral, enfrenta os mesmos problemas de outros estados e regiões do país. Quanto mais o trabalhador se empenha no trabalho, mais o empresariado e a indústria por ele criados tornam-se cada vez mais poderosos, enquanto ele e seu mundo particular se tornam pobres. O operário é explorado e quando algum se destaca em demonstração de conhecimento de seus direitos, são logo chamados para serem encarregados, isso, com o objetivo de se calarem e se conformarem com a situação. O patronato tem uma forma sutil de domínio sobre o proletário, que é sem sombra de dúvida bem elaborado, o dito patrão normalmente age de uma forma que aos olhos do trabalhador ele é uma boa pessoa, é justo, cordial, sabe dar um bom dia, convidá-los para uma cervejada num final de semana etc., com isso o operário se sente até sem jeito para reivindicar um aumento de salário. E quem tem o dinheiro é considerado, por isso, como o ser todo poderoso. E ainda hoje tentam mascarar o valor do trabalho assalariado, que é o mínimo de salário pago a um operário, ou seja, é a quota dos meios de subsistência necessários para que o operário viva como operário. É o que ele obtém com seu trabalho apenas para garantir sua pura e humilde existência. Acresça-se a isso o enfrentamento com o desemprego, a miséria, as desigualdades sociais, etc.