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UFMG e a incoerência do REUNI: O (des)caso Belas Artes

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) embarcou no trem do Plano de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (REUNI) em 2008. Na prática, é a implementação do modelo privado de educação às instituições públicas, a continuidade das privatizações iniciadas por FHC.

Ganha Ollanta contra o fujimorismo no Peru

É verdade que a vitória de Humala significa o avanço de uma integração mais além do ponto de vista do mercado. Mas o novo presidente do Peru já anunciou um governo de consertação, e se sentará, ainda antes de ser empossado, com autoridades de Washington, com quem pretende manter um “diálogo saudável”.

Eleições no Peru

No dia 10 de abril deste ano, o povo peruano foi às urnas eleger seu próximo presidente, assim como membros ao Congresso e ao Parlamento Andino. O resultado desse embate democrático-burguês deixa um segundo turno onde os e as peruanas devem escolher entre uma proposta nacionalista conciliadora de classes ou um retorno à política fujimorista versão 2010: agora com “respeito aos direitos humanos”.

Eleições no Peru

No dia 10 de abril deste ano, o povo peruano foi às urnas eleger seu próximo presidente, assim como membros ao Congresso e ao Parlamento Andino. O resultado desse embate democrático-burguês deixa um segundo turno onde os e as peruanas devem escolher entre uma proposta nacionalista conciliadora de classes ou um retorno à política fujimorista versão 2010: agora com "respeito aos direitos humanos”.

Ditadura civil-militar: 47 anos do início do terror

São 47 anos do golpe, 26 anos da “redemocratização” e até o momento os torturadores não pagaram por seus crimes, muitos estão em cargos importantes do Estado, outros ainda continuam com suas cadeiras no Congresso e Senado. Os milicos estão livres atuando normalmente como se nada tivesse acontecido, ou seja, a impunidade é a marca da anistia geral e ampla que os militares fizeram em 1979.

O avanço da extrema direita no centro-sul do país

Desde as eleições federais de 2010, houve um crescimento dos grupos de extrema direita no sudeste e no sul do Brasil. Ainda que estes movimentos não tenham de fato a superdimensionada voz política conferida pela grande imprensa neoliberal e fascista, não podemos menosprezar as manifestações cada vez mais frequentes (e impunes) de homofobia, racismo e apologia à repressão.