Notícias

O momento político-econômico nacional e o processo de crescimento da crise de transição

O ataque que o imperialismo começa a fazer no Cone Sul, por táticas contraditórias é o ataque ao que os burgueses chamam de Estado de Direito, assim tudo que não é resolvido pelo debate público nos parlamentos, tudo que não é realizado pelo executivo, se transforma em questões judiciárias, onde as casas das legislações dão sua palavra final, que pode ser obedecida de imediato ou transformada em um processo de burla e enganação, criando um processo lento mas intenso de desobediência ao Estado, conforme os interesses das oligarquias financeiras.

Hugo Chávez: de Sabaneta à história

Caracas, 6 mar (Prensa Latina) O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, líder inquestionável da Revolução Bolivariana, traçou ao andar um caminho que o levou de Sabaneta, no estado Barinas, à história devido à profunda transformação que promoveu no país.

CELAC: Chávez defende agenda energética comum

Santiago, 28 jan (Prensa Latina) O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, defendeu o estabelecimento uma agenda energética comum na região em carta enviada ao plenário da I Cúpula a da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) com sede nesta capital.

NIEMEYER VIVE!

O chão da luta de classes no Brasil e em Nossa América é o chão trilhado pela vida e obra de Niemeyer! “Quando a vida se degrada e a esperança foge do coração dos homens, a revolução é o caminho a seguir”. Oscar Niemeyer.

Tomas Borge: Presente!

Nesta edição, republicamos a entrevista concedida ao INVERTA (Edição 21 - 1 a 15 de Dezembro de 1993) pelo Comandante da Frente Sandinista

Todos ao 1º de Maio na Quinta da Boa Vista

Como já se tornou uma tradição do movimento operário no Rio de Janeiro, convidamos todos os trabalhadores desse estado, ao Ato Político e Cultural no dia 1º de Maio (terça feira) na Quinta da Boa Vista, próximo ao portão da Cancela a partir das 10h.

E depois da invasão “humanitária” à Líbia?

Pode-se perceber então que, por um lado, a guerra contra pequenos e médios países do Norte da África e do Oriente Médio apresenta-se como uma forma de movimentar economicamente o poderoso complexo industrial-militar e saquear as reservas de petróleo para solucionar a crise energética.