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São Paulo na luta pelo Plebiscito por uma Constituinte

No dia 4 de novembro, debaixo de muita chuva, cerca de mil pessoas se encontraram no vão livre do MASP para reivindicar o plebiscito por uma Constituinte. O ato contou com a ativa participação de militantes de organizações como o PCML, MST, CUT, UEE-SP, UNE, CTB, UJS, Levante Popular da Juventude, assim como de coletivos de culturais e de movimentos sociais.

O que está em jogo?

Novo artigo do professor Theotonio demonstra a falácia dos argumentos da conservadora The Economist que dedicou uma capa ao candidato do imperialismo.

Choque de Gestão: porque Aécio está perdendo em Minas

O candidato do PSDB ao governo do estado, Pimenta da Veiga, está comendo poeira do candidato petista Fernando Pimentel, depois de cinco “gestões” tucanas (1995-2011) e, antes delas, três do PMDB (1983-1995). Minas pode nos dar muitos elementos para decidir nessas eleições de 2014: nós precisamos de mais mudanças!

Indicação de voto para o governo do Estado de São Paulo

indicamos que a votação se dê naquelas que representem diretamente os interesses dos trabalhadores e camponeses em suas várias frentes de luta e que, ao mesmo tempo, rechacem o violento massacre neoliberal e fascista contra o nosso povo; nas candidaturas que se coloquem abertamente pela autodeterminação e solidariedade aos povos latino-americanos;

Entrevista com Gilberto Palmares (13455)

O candidato a deputado estadual Gilberto Palmares (13455) pelo Partido dos Trabalhadores (PT) recebeu o Jornal INVERTA e falou sobre sua atuação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Para frente ou para trás

Leia abaixo artigo do professor Theotonio dos Santos, presidente do CEPPES e da REGGEN sobre o que está em jogo nestas eleições. Quais são as duas correntes mundiais que se enfrentam nesta campanha?

A busca pela paz com justiça social na Colômbia

Estima-se que na Colômbia, país afetado por mais de 50 anos de guerra interna, mais de 6,5 milhões de pessoas foram prejudicadas pela mesma e que, entre elas, mais de 200 mil morreram produto da violência, na qual têm participado não somente as guerrilhas e as forças militares do Estado, senão que também paramilitares e grupos criminosos associados ou não ao narcotráfico, entre outros atores.