FMLN salvadorenho denuncia campanha suja contra sua organização
A salvadorenha Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN) denunciou a organização Força Solidária (FS) pela campanha suja que realiza contra sua organização próximo às eleições de 2009. Os deputados efemelenistas Walter Durán e Luis Arturo Fernández, apresentaram a queixa ontem no Tribunal Supremo de Eleições, porque o movimento de direita intensificou o sentimento de descrédito contra os representantes desse partido.
FMLN salvadorenho denuncia campanha
suja contra sua organização
A salvadorenha Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN) denunciou a organização Força Solidária (FS) pela campanha suja que realiza contra sua organização próximo às eleições de 2009.
Os deputados efemelenistas Walter Durán e Luis Arturo Fernández, apresentaram a queixa ontem no Tribunal Supremo de Eleições, porque o movimento de direita intensificou o sentimento de descrédito contra os representantes desse partido.
O candidato pela principal força opositora salvadorenha Muricio Funes, confirmou a denúncia e disse que as ações legais não serão apenas contra a FS, mas contra todos aqueles que queiram manchar a imagem e a honra da Frente, publicou hoje La Prensa Gráfica.
“A FS tomou o Estado, é o que está fazendo ações contra o FMLN, por isso vamos denunciá-los e também a todos aqueles que manchem a imagem da Frente”, acrescentou Funes, citado pelo jornal.
Anteriormente, os efemelenistas apresentaram outra denúncia pelo mesmo tema contra a FS e contra a Aliança Republicana Nacionalista, no governo desde 1989.
Nessa ocasião, estes processaram sua principal contraparte por violar vários artigos do Código Eleitoral e responsabilizaram Jaime Ricardo Hándal, figura visível da FS capítulo El Salvador e ex-pré-candidato à comuna da capital, da fazer campanha contra a organização.
A La Prensa Gráfica recordou que a FS transmitiu propagandas pagas na televisão contra o governo venezuelano e sobre a possível influência que este possa ter se a principal força de esquerda ganhar a presidência do país.
Depois, o agrupamento processado financiou outras propagandas sobre declarações da chapa presidencial em torno da geração de emprego, a criação de uma empresa de comunicações de Funes, o aborto, as armas e a relação com os presidentes da Nicarágua e Venezuela.





